I'm still too much in love...

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quinta-feira, 12 de novembro de 2009

Sou autoridade mundial em desconstrução pessoal.

Lutarei o quanto for preciso, pelo melhor para o meu filho e para mim.

Por que?

Porque sou de uma raça de mulheres GUERREIRAS, que não aceitam dependência e uma vida frustrante e acomodada.

Não se conformam com o "mais ou menos" apenas por medo da solidão ou de arriscar.

Eu tenho fé: em Deus, em mim e no Destino que me trouxe até aqui e me fez ser quem sou hoje.

Tem coragem? Sou ótima companhia.

Tem medo? É covarde, mimado ou sempre teve a vida facilitada por outrem? Melhor cair fora.

A Teoria de Darwin é verdadeira. Só os mais fortes sobrevivem, a seleção natural é fato.

E eu vou até as últimas consequências, mas provo que minha força interior e exterior é maior que a tua, caro oponente.

A vida me fez assim.

Obrigada, Deus.

O Retorno

terça-feira, 10 de novembro de 2009

Estou viva ainda.

Muitos não gostariam. Muitos nem sabem que eu existo.

Mas persisto em viver e tentar.

De alguma forma encontrar meu caminho.

Deixo a vocês uma singela canção de reflexão.

Violins - Manobrista de Homens

ao chegar eles me revistam dos pés à cabeça
procurando alguma pista do que eu fiz na terra
mas eu não preciso de aprovação
eu não exijo um lugar no céu
você é só um manobrista de homens
nunca se importou em me conhecer
nunca pôde

tente permanecer vivo preso aos impulsos
dos seus próprios pés
da sua própria fé
é tão incrível quão tolos são
pretensos juízes do seu coração
eles são manobristas de homens
nunca se importaram em te entender
que se fodam

que tipo de bondade não perdoa?
o inferno é só um espantalho pras pessoas
(quem controla o mundo
que poder julga tudo
num tribunal surdo?)

Férias

segunda-feira, 13 de julho de 2009

1 comentários

Decidi tirar férias de mim mesma, da minha própria vida.

Quero ensinar meu filho que, por pior que a situação esteja, sempre podemos fugir.

Quem disse que coragem é insistir num erro?

Uníssono

segunda-feira, 22 de junho de 2009

Se no fundo o fim é um termo

Que se abre em mil avenidas

Perca-me como às flores sem vida

E por fim faça em mim teu começo...

Oi...

quarta-feira, 6 de maio de 2009

Como sempre presenciar sua felicidade me inspira a escrever algo.

Não que dessa vez me importe tanto questionar a durabilidade do fato, ou os detalhes fantasiosos da sua demagogia barata... Não é isso.

Acho que decidi criar minha própria fantasia – como sempre perfeita e irreal, pois só o inatingível pode ser perfeito.

E nesse delírio já me vi criança, sentindo a paixão pura que só a inocência pode suportar.

Enlouquecedora, senhora do tempo e das circunstâncias... Sem que ela tenha tomado corpo nem por um momento.

Agora me vejo submersa nos problemas de outro alguém, nos questionamentos que sempre nortearam minha jornada com uma diferença: desta vez a tragédia não é minha.

E eu a sinto de modo tão solidário, que o aperto do coração de outrem pode ser sentido em meu peito.

Não é nada além de experimentação: ontem uma paixão, hoje a tristeza, que sentimentos mais eu poderei sugar de outro ser... E até que ponto eu me aproprio da alegria e dor alheia sem me perder?

 

Olho da janela, a rua vazia. Sou assim.

 

E talvez isso também não dê em nada, além de pingos e sorrisos ao vento.

Pergunto:

segunda-feira, 6 de abril de 2009

Já percebeu que sua realidade foge completamente daquilo que embala seus sonhos?

É suficiente?

quinta-feira, 5 de março de 2009

Já é hora de eliminar o espírito de servidão
A mesquinhez travestida de humildade
Olhar-se no espelho e admitir:
- Hoje somos iguais, mas amanhã serei melhor que você.
Não devo gratidão, nem obediência
As pessoas que nunca souberam me fazer o bem
Meus passos são lentos, mas não fico parada por muito tempo
Permito apenas que você saboreie lentamente sua taça de desdém
Quando ela se acabar, tua morte será de sede
E quero contemplar teu fim assim, vagarosamente.